Os primeiros dias da Tailândia

1º DIA DA VIAGEM

Voamos com a Emirates de São Paulo para Bangkok, com escala em Dubai. A Emirates é uma das melhores cia. aérea do mundo e os dois voos foram super agradáveis, com muitas opções de entretenimento, comidas e até wifi grátis (até 10MB).

Uma paradinha antes de ir a Bangkok!
Uma paradinha em Dubai antes de ir a Bangkok!

Porém, na volta, paramos em Dubai e ficamos 2 noites (que valeram a pena!).

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RUMO A BANGKOK

Chegamos em Bangkok no dia seguinte, ao meio dia.

Ao desembarcar do avião, a primeira coisa é procurar um posto de saúde no aeroporto para preencher o formulário de que você tomou a vacina de febre amarela e receber o carimbo.

 

ATENÇÃO: levar o certificado internacional de febre amarela (papel amarelo). Se não tomou a vacina, pode obter gratuitamente em algum posto de vacinação e solicite o certificado internacional pelo menos 15 dias antes da viagem.

Se não tomou, a Emirates irá recusar o embarque ainda aqui no Brasil.

 

Não passe pela imigração antes de receber o carimbo do posto de saúde!

Fique atento às placas para localizar o posto. É fácil de achar, mas se prepare para andar muito, pois o terminal é enorme. Depois de carimbar o formulário, dirija-se a imigração. É super tranquilo e não necessita de visto. Todo o procedimento, incluindo pegar as malas, demora cerca de 2h a 2h30.

Solicitamos o transfer privado com guia em espanhol e conhecemos a Hola Sonia. Como éramos quatro pessoas, valia a pena e o nosso hotel fica longe do aeroporto – cerca de 1 hora.

Mal saímos do aeroporto e o pneu já furou na rodovia! Haha
Mal saímos do aeroporto e o pneu da van já furou na rodovia! Haha

No aeroporto, há táxis disponíveis e são baratos. Há também metrô e transfers que podem ser pagas na hora.

Chegamos ao Nouvo City Hotel por volta das 15h e a partir daí, era só curtir a cidade.

Nosso hotel em Bangkok
Nosso hotel em Bangkok

Bangkok faz muito calor – cerca de 35º graus durante o dia e 25º graus durante à noite. Use roupas leves, sandálias e chinelos. Deixe os sapatos e o salto alto no Brasil. Somente nos templos são exigidos que as mulheres cubram o ombro e usem calça. Os homens devem usar calça e camiseta, no mínimo, de manga curta. Regatas são proibidas.

Ao lado do hotel, havia um 7 Eleven e uma casa de câmbio.

O falecido rei da Tailândia. Note que a imagem mostra um rei mais jovem. É assim em toda a Tailândia.
O falecido rei da Tailândia. Note que a imagem mostra um rei mais jovem. É assim em toda a Tailândia.

 

DICA: Pegue o cartão de visita do hotel na recepção, pois o endereço está escrito em dois idiomas: thai e inglês. Vai facilitar quando for pegar o táxi.

 

Depois de nos acomodarmos no hotel, fomos a pé até o rio Chao Praya – o principal rio de Bangkok – e pegamos um barco público até Asiatique.

Asiatique é como um shopping a céu aberto com várias lojas, restaurantes e uma roda gigante. Virou um dos cartões postais de Bangkok. Vale a pena ir para conhecer.

Asiatique com a roda gigante no fundo
Asiatique com a roda gigante ao fundo

Depois do Asiatique, pegamos um táxi e fomos para Khao San Road – a rua mais famosa da Tailândia.

Foi lá onde filmaram a cena no começo do filme A Praia. Lá tem tudo!

Para comer, vá na rua paralela ao Khao San Road chamada Rambuttri Alley e lá tem as melhores opções para comer. Vários ótimos restaurantes, com comidas deliciosas e sucos bem gelados.

Não comemos nada na rua, pois:

– Por mais que os turistas europeus, americanos e australianos comam, não sabemos como nossos corpos vão reagir. Portanto, evitamos para que a viagem não acabasse antes do planejado.

– A guia Sonia que nós contratamos havia nos aconselhado para tomar cuidado com o uso de pimenta. A pimenta é bem diferente daqui do Brasil (tipo Tabasco e pimenta do reino). É bem apimentada e pastosa e os tailandeses estão acostumados e nós não. É possível solicitar nos restaurantes pratos sem pimenta (e o prato vem com pouquíssima pimenta, mas dá para comer bem sem problema).

Todos os restaurantes têm opções para todos os gostos: tailandesas e internacionais (filé de carne, salada, macarrão, hambúrguer, lanches, frutos do mar…). A maioria tem cardápio só de fotos, caso não saiba identificar o que é o tal prato. Basta pedir ao garçom.

O preço médio de uma refeição era de 20 a 30 reais com prato principal, bebida e sobremesa. Com certeza era 2 vezes mais barato do que comer em São Paulo.

A região de Khao San Road, além de ótimos restaurantes, também tem casas de massagem. Use e abuseeee. É super barato. Uma hora de thai massage custa cerca de 30 reais. Você sai de lá todo revigorado e eu recomendo a massagem com óleo. Você vai acabar encontrando o Buda durante a massagem de tão bom hahahaha.

 

DICA: Na Khao San Road, tem a famosa barraquinha onde exibe diversos tipos de insetos como larvas, baratas, escorpiões, gafanhotos e aranhas. Vale a pena comprar SÓ para tirar as fotos hahaha.

 

E também tem uma sorveteria maravilhosa chamada Swensen’s. Tomávamos sorvete quase todos os dias. Deixe a dieta aqui no Brasil e aproveite (engordei só 1kg quando voltei).

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2º DIA EM BANGKOK

Fomos ao mercado flutuante e contratamos o passeio aqui no Brasil ainda com a mesma guia – Hola Sonia – que nos buscou no hotel. O mercado flutuante fica a cerca de 1h de Bangkok e começamos o dia já às 6h da manhã.

Antes de chegarmos ao mercado flutuante, a guia Sonia nos levou ao templo Nakhon Pathom que é o mais alto monumento budista do mundo. É uma visão bem diferente do templo que visitamos posteriormente, pois Nakhon Pathom não é turístico e pudemos ver só os locais andando, rezando e fazendo oferendas ao Buda e aos monges.

Vale muito a pena aproveitar o mercado flutuante, pois é uma experiência inigualável. Sentar num barco de madeira a remo, passear pelos canais tão estreitos, mas com vendedores chamando a sua atenção para adquirir, ao menos, uma lembrança da Tailândia. É onde você tem a oportunidade de negociar o preço que possa agradar ambos. Aliás, pechinchar na Tailândia é tão comum e é quase uma ofensa se você não negociar. Apesar do idioma, os vendedores já têm na mão a calculadora, digitam o número, te mostram e cabe a você digitar outro número para chegar a um acordo.

O mercado flutuante conta com absolutamente tudo: peças de decoração, roupas, quadros, comidas, sucos e lembrancinhas.

 

DICA: Se vai para Chiang Mai, vale mais a pena guardar o dinheiro e comprar no mercado noturno cujo valor é bem mais baixo. O mercado flutuante já se tornou um ponto mais turístico.

 

Confira o vídeo abaixo do mercado flutuante:

Ainda no mercado, você tem a oportunidade de tirar fotos com vários tipos de cobras. Vai encarar?

A tarde era livre e podíamos fazer o que quisermos. Fomos na região de shoppings em Bangkok: é uma área onde abriga três shoppings – cada uma representa o nível diferente da outra:

  • MBK Center: é um shopping mais popular que lembra o shopping 25 de Março.
  • Siam Paragon: shopping mais estilo Shopping Paulista. Vale a pena almoçar lá que conta com uma praça de alimentação.
  • Central World: shopping luxuoso com lojas de marca.

Visitamos os shoppings e depois retornamos ao hotel.

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3º DIA EM BANGKOK

Aproveitamos o dia para conhecer o Grand Palace e o Templo do Buda Deitado.

Novamente, fechamos o passeio com a guia Sonia e os ingressos já estavam incluídos.

 

DICA: O Grand Palace abre TODOS OS DIAS! Existem pessoas que estarão por fora falando que o Grand Palace está fechado por motivos x, y e z e eles vão oferecer uma visita a outro templo. Porém, no caminho, eles param nas lojinhas para que você possa comprar e assim, eles ganham comissão. Fique atento!

 

O Grand Palace foi a residência real por 150 anos e hoje é utilizado pela família real apenas em ocasiões especiais. Construída em 1782 após o ataque em Ayuthaya.

Nesta visitação, é obrigatório seguir algumas regras, tais como: usar roupas que possam cobrir ombros e pernas. Nada de roupas justas e nem decotes. Basta usar o bom senso. Alugamos calças no local (em frente ao portão) mesmo, pois teríamos a tarde livre e não quisemos usar o dia inteiro e nem carregar na mochila. O preço era algo 4 a 5 reais.

O Grand Palace é lindo e repleto de histórias! E você ainda terá a oportunidade de ver o Buda de Esmeralda.

A história do Buda de Esmeralda é interessante: foi encontrada no ano de 1434, em Chiang Rai. Dizem que estava coberta de gesso, porém o nariz descascado revelou que havia uma joia escondida por dentro.

O templo do Buda de Esmeralda é o único lugar onde não é permitido fotografar nem filmar. Aprecie o momento para ver com os próprios olhos!

Depois fomos para o Templo do Buda Deitado que é pertinho (de van rs).

Acho que nunca vi uma coisa mais impressionante que o Buda Deitado, devido ao seu tamanho: 46 metros de comprimentos e 15 metros de altura. Há um mito de que o Buda deitado representa os últimos momentos antes da sua morte. Fora que o templo é o maior e o mais antigo de Bangkok e foi construído no século XVI.

À tarde, aproveite para cair na piscina do hotel ou fazer uma massagem relaxante.

À noite, fomos ao Sirocco. Se já assistiu o filme “Se Beber, Não Case 2”, deve reconhecer aquela estrutura dourada. É um rooftop bar e fica no hotel Lebua. O preço dos drinks e do jantar não é convidativo, mas vale a pena tomar UM drink e apreciar a vista de Bangkok à noite. É recomendado que o traje seja mais formal.

Depois do Sirocco, pegamos um táxi e fomos jantar na área do Khao San Road! rs.

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4º EM BANGKOK

Foi um dia dedicado ao passeio em Ayuthaya, antiga capital da Tailândia. Fica a cerca de 1 hora e meia de Bangkok, portanto, prepare-se para acordar bem cedo.

Novamente, fechamos com antecedência aqui no Brasil e a guia Sonia nos acompanhou.

Antes de irmos a Ayuthaya, fomos para Bang Pan-In Palace, é uma residência real de veraneio e que conta com diversos edifícios de estilos diferentes – tailandês, francês, chinês e outros, além de um jardim muito bem cuidado com um lago e um edifício que lembra um farol. É um lugar lindíssimo e nem parece que você está na Tailândia (mas o calor nos faz lembrar! hahaha).

Ayuthaya foi completamente destruída e saqueada por exército birmânes (atual Myanmar) no século XVIII. Era um ponto comercial importante da Ásia, exportava produtos como o arroz e o açúcar, havia templos e estátuas revestidos em ouro.

Foi um dos passeios mais incríveis que já fizemos. Lá você consegue ter uma ideia de como Ayuthaya era gigante, depois de conhecer Grand Palace. Fora que tem a cabeça do Buda entalhada na raiz da árvore. É gratificante ver de tão perto!

Depois de Ayuthaya, fomos pegar um barco grande que nos levou de volta a Bangkok pelo rio Chao Praya com um almoço delicioso já incluso no passeio.

Foi um dia especial para nós. Um sonho realizado e uma forma perfeita de nos despedirmos de Bangkok.

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